Como fazer um bom seguro para celular

Foi-se o tempo em que o celular era um aparelho para fazer ligações e mandar mensagens. Com o avanço das tecnologias, ele é um microcomputador portátil com múltiplas funções como câmeras de alta qualidade, aplicativos para facilitar o dia a dia, jogos, internet e muitas outras facilidades. Junto com o avanço tecnológico, veio o aumento de preço, e os melhores smartphones podem chegar facilmente a R$4.000,00. O celular tornou-se um bem móvel valioso e, infelizmente, muito visado para se furtar. Considerando isso, não é incomum que se pense em fazer um seguro. Mas como fazer um bom seguro para celular? Olhe nossas dicas!

Olhe os preços

As seguradoras têm suas taxas e franquias com variadas faixas de preço. Em geral, a taxa anual pode variar em até 15% do valor do aparelho, e algumas seguradoras oferecem a opção de parcelamento do valor. Além da taxa anual, caso aconteça algum problema que gere a cobertura do seguro, você pagará a franquia, em média, de até 20% para receber um novo smartphone.

Cada seguradora calculará esses preços levando em consideração a data da compra, o valor (emitido na nota fiscal, e não o valor mais alto ou mais baixo) e o tempo de uso do aparelho pelo portador.

Uma última variável sobre preços é você avaliar se o valor do serviço oferecido é compatível com seu aparelho. Para isso, nunca contrate o primeiro seguro que aparecer na sua frente. Faça uma pesquisa de mercado, avaliando item por item da cobertura e dos preços.

Ocasiões de cobertura

A seguradora te cobrará um preço e, no contrato de serviços, determinará quais ocasiões ela cobrirá, se comprometendo a indenizá-lo. Casos como furto simples, esquecimento ou outros que configurem desleixo e mal cuidado pelo cliente normalmente não são cobertos.

São exemplos cobertos pela maioria das seguradoras o roubo (que nada mais é do que um furto com uso da violência), o furto qualificado (arrombamento) e a tela quebrada. Algumas seguradoras também cobrem reparos ou troca de aparelhos em casos de acidentes ou defeitos (por exemplo, caso em que o smartphone cai na água, a câmera pare de funcionar, outros danos físicos ao bem etc.).

Observe e entenda claramente cada parágrafo do contrato para saber quais as situações de cobertura ele prevê e analise se atende às expectativas.

Compensa ou não ter um bom seguro para celular?

O primeiro fato a ser analisado na hora de pensar se compensa ou não ter um seguro para celular é o preço que foi pago por ele. Se seu smartphone tem um custo baixo ou intermediário no mercado, o valor a ser pago no seguro pode não compensar, sendo mais vantajoso você guardar o dinheiro que gastaria mensalmente para pagar as taxas para uma compra futura.

Vai que ocorre a oportunidade de você viajar para fora do país e comprar um novo a baixíssimo custa? Isso é tão importante que algumas seguradoras estabelecem um valor mínimo para que seja possível fazer um seguro.

Você já se decidiu se compensa fazer um bom seguro para celular?

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